Como coser emblemas na capa académica

capa com emblemas cosidos

O uso de emblemas na capa remonta aos anos 30/40, mas restringia-se ao monograma da Briosa (datado de 1929) que os jogadores usavam no equipamento. Sendo eles quase todos alunos da UC, passaram a cosê-lo também nas suas capas. Os adeptos e simpatizantes começaram a fazer o mesmo.

É a partir dos anos 80, quando se dá o boom das tradições académicas em Portugal que falamos na página sobre a história do Traje Académico, que se generaliza o uso dos emblemas nas capas. As tunas espanholas e as suas influências ajudaram neste quesito.

Tendo em conta as possíveis diferenças na zona da capa onde os emblemas devem ser cosidos, qual a sua ordem, quantos deves ter em cada fila e etc, há uma regra geral que se aplica a todos os trajes de todas as universidades e academias de Portugal: os emblemas têm de ser cosidos com linha preta e ponto invisível!

Não se podem ver as costuras do outro lado da capa (como acontece quando alguém os cose à máquina). Se isto acontece, podes-te considerar mal trajado/a!

Se queres saber tudo sobre como coser emblemas na capa académica da forma correcta, continua a ler.

Do que vamos falar:

Ordem mais comum para coser emblemas na capa

1- País

2- União Europeia

3- Onde Estudas / Curso / Universidade

4- Onde Nasceste / Terra da Mãe / Terra do Pai

A partir daqui é à escolha do freguês, cada um põe os emblemas que mais gosta. Há quem ponha bandeiras dos países que visitou, emblemas oferecidos ou trocados com outros estudantes, etc.

 

Tradições na hora de coser os emblemas ou escudos na capa

- Dizem que o número deve ser sempre ímpar, tanto em cada linha como no total, para dar sorte. Em algumas universidades isto é uma obrigação, porque os números pares não são da praxe.

- Se mudares de universidade ou estudares em duas diferentes, deves sobrepor os emblemas das duas universidades.

Regras e regulamentos da colocação dos emblemas consoante as universidades/academias

Tivemos acesso aos Códigos de Praxe e/ou regulamentos do traje de várias universidades/academias e conseguimos recompilar as regras da colocação dos emblemas nas capas consoante cada uma da universidades/academias. É possível que algum dos Códigos de Praxe tenha sido modificado entretanto, pelo que pedimos que entres em contacto connosco no caso de encontrares algum erro nestas regras!

 

Universidade de Coimbra

O uso de emblemas é facultativo;

Os emblemas são aplicados na parte interior do lado esquerdo da Capa;

O emblema mais inferior tem de distar um palmo do bordo inferior da Capa e os emblemas mais à esquerda têm de estar a pelo menos quatro dedos do bordo esquerdo;

A sua aplicação na Capa tem de ser em número ímpar e no mínimo de três;

Apenas é permitido o uso de emblemas bordados ou estampados relativos à pátria, cidade e/ou região natal, de residência ou visitada, relacionados com familiares, amigos ou com os atos decorrentes da atividade Académica e de clubes;

São expressamente proibidos os emblemas de marcas comerciais;

Em caso de mudança de curso e/ou de escola, deverá sobrepor o quarto inferior esquerdo dos emblemas destes aos do antigo curso e/ou escola. A colocação destes símbolos não conta como mais um emblema;

Os emblemas não podem estar à vista após as 00 horas;

A Capa não estando traçada ou sobre os ombros, tem que ser usada no ombro esquerdo, com os emblemas virados para trás, ou no braço esquerdo, com os emblemas virados para a frente.

 

Universidade do Minho

Os emblemas usados são da vontade e da responsabilidade de quem os usa (não sendo obrigatório o seu uso), e a sua disposição fica ao critério do trajado. Para tal estes devem ser colocados para que o material usado para os fixar não se note do lado de fora da Capa.

 

Universidade de Aveiro

As insígnias do gabão ficam sujeitas à seguinte ordem:

  • Emblema de Portugal
  • Emblema da Terra Natal / Cidade Residente
  • Emblema da Universidade de Aveiro
  • Emblema da Cidade que nos Acolhe
  • Emblema da A.A.U.Av.

No caso do uso de emblemas de Núcleos da Associação, estes deverão ser colocados em sexto lugar

Todas as insígnias têm que ser cosidas em linha preta na parte interior do gabão, do lado esquerdo, do meio para baixo e da direita para a esquerda.
As insígnias obrigatórias serão colocadas duas a duas perfazendo as duas primeiras linhas.

Nas restantes linhas as insígnias serão colocadas três a três, não havendo restrições em termos de paridade (ser em número par ou ímpar).

 

Universidade de Lisboa

O número de emblemas na capa é sempre ímpar (excepção feita quando o veterano é finalista e coloca o emblema de finalista no final da sua capa)

O emblema n.o 1 deverá distar de 1 palmo e uma mão-travessa ate 2 palmos;

Os emblemas da mesma fila deverão distar um dedo travesso entre si;

Os emblemas deverão distar dois dedos travessos entre filas;

Os emblemas junto ao rebordo da capa, deverão distar um dedo travesso da linha de costura.

O número de emblemas deverá ser em número impar por filas, sendo que no início do ano letivo, os estudantes do 4° ano poderão ter em número par, constando obrigatoriamente, neste caso, o emblema de finalista. Um esquema sugerido será: duas filas com um (1) emblema, duas filas com três (3) emblemas, duas filas com cinco (5) emblemas, e assim sucessivamente;

Os emblemas n.o 1 e 2 deverão estar alinhados com o emblema n.o 4;

Os emblemas deverão ser cosidos com linha preta, com “ponto invisível” ou “ponto cruzado”, sendo que para o lado da capa contrário ao da colocação dos
emblemas, não poderá passar qualquer ponto;

O emblema de finalista deve ser sempre o último, apenas cosido no ano de finalista, visto ser o que marca o encerramento da vida académica; este, sempre que surja por algum motivo novo, deve ser descosido e aplicado novamente depois deste;

Os emblemas não se podem repetir;

Os emblemas obrigatórios da capa (caso o estudante opte por os colocar) deverão ser os da pátria, união europeia, cidade natal, cidade dos familiares/afinidades, cidade onde estuda, curso, faculdade e emblema de caloiro. Caso o estudante venha de outra instituição, o emblema da universidade atual deverá ser colocado por cima do emblema da outra instituição. Poderão, posteriormente, ser seguidos por outros, oferecidos e relacionados com a atividade académica sendo a ordem aquela que escolherem;

Os emblemas deverão ser colocados mediante a ordem que consta no esquema abaixo. Assim de frente para o avesso da capa, e do lado direito, teremos:

Universidade NOVA IMS

Da esquerda para a direita e de cima para baixo:

a. Emblema de Portugal;

b. Emblema da União Europeia;

c. Emblema da UNL

d. Emblema da Cidade de Lisboa;

e. Emblema do Curso;

f. Emblema da IMS;

g. Emblema de onde o Estudante nasceu;

h. Emblema da Terra do Pai;

i. Emblema da Terra da Mãe;

No caso de o estudante e os seus pais terem nascido todos na mesma terra, o trajado pode optar por colocar apenas um emblema representativo dessa terra na capa. Nos restantes casos, três emblemas deverão ser colocados na capa, pois a soma de emblemas nas linhas terá de ser ímpar;

Se o estudante já frequentou outra instituição superior e tenha um emblema da mesma na capa, o estudante terá que coser o emblema da NOVA IMS sobre a mesma.

Instituto Superior Técnico

Somente é permitido o uso de emblemas em pano na capa que serão os da pátria, cidade natal, dos locais relacionados com os actos decorrentes da actividade académica excluindo os incompatíveis com a Praxe Académica do Instituto Superior Técnico, tais como emblemas de clubes, marcas comerciais ou similares.

Universidade da Beira Interior

Não devem ser alusivos a nenhuma instituição política, religiosa ou clubística. Deverão ser alusivos apenas a representações académicas legítimas, efetuadas aquando do uso do traje:

1. Desporto.

2. Tunas.

3. Teatro.

4. Associação Académica.

5. Núcleos.

6. Conferências.

7. Secções Solenes (Doutoramentos, Mestrados, etc.).

8. Meios de Comunicação Social

9. Outras situações com aprovação do Forum Veteranum.

São colocados na parte interior (do avesso) da capa, do lado esquerdo quando a capa está caída, ficando voltados para as costas e atrás da linha do ombro quando a capa está colocada ao ombro. Aquando da aquisição do traje os emblemas permitidos, mas não obrigatórios, são:

(a) Emblema de Portugal.

(b) Emblema da Naturalidade (Freguesia, Concelho e Distrito).

(c) Emblema de Residência (Freguesia, Concelho e Distrito).

(d) Emblema da Covilhã.

(e) Emblemas Académicos (UBI, AAUBI e Curso).

(f) Emblema da União Europeia.

Para que a capa não se torne uma árvore de Natal, não são permitidos outros tipos de insígnias que não se enquadrem nas insígnias designadas, como sejam pin’s, bonecos em miniatura (socas, luvas, sapatinhos, sinos entre outros), tanto na capa como na lapela do casaco.

 

Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro (UTAD)

A Capa pode ou não ter dísticos, que deverão ser colocados no avesso da mesma, na parte inferior, de forma a não ficarem visíveis ao mesmo tempo que a sobrecapa. Eles não terão ordem definida nem numeração.

 

Universidade de Évora

Universidade do Algarve

Os emblemas não são obrigatórios. Mas a serem colocados deverão respeitar as seguintes regras:

a) Ser colocados na parte interior esquerda da capa (ver anexo);

b) Ser cosidos manualmente com linha preta ou azul escura e esta não deve passar para o lado exterior da capa.

c) Ser apartidários

d) Possuir um espaço de entre 10 a 15 cm entre a primeira fila de emblemas e a margem inferior da capa (espaço reservado aos possíveis rasgões);

e) A soma dos emblemas cozidos na Capa tem de ser ímpar;

f) Ser colocados com a seguinte ordem:

  • País onde o aluno nasceu (Para quem nasceu fora da União Europeia);
  • Cidade onde o aluno nasceu (Para quem nasceu fora da União
    Europeia; opcional);
  • União Europeia (opcional);
  • País onde nasceu (para quem nasceu noutro país que não Portugal, mas pertencente à União Europeia);
  • Cidade onde o aluno nasceu (opcional; para quem nasceu noutro país que não Portugal, mas pertencente à União Europeia)
  • Portugal;
  • Região onde vive (opcional);
  • Concelho onde vive (opcional);
  • Cidade onde vive
  • Região do Algarve (opcional);
  • Faro/Portimão;
  • Universidade do Algarve;
  • Faculdade/Escola
  • Curso;

Os restantes emblemas deverão reflectir momentos da vida académica do aluno enquanto estudante da Universidade do Algarve e enquanto aluno devidamente trajado nesse mesmo momento, ficando ao critério do mesmo aqueles que deseja colocar.

g) Nas duas primeiras filas deverão constar todos os emblemas até ao do curso (inclusive), sendo que estas só poderão ter no mínimo 5 (cinco) e máximo 6 (seis) emblemas na primeira e segunda fila;

 

IPL Leiria

O estudante pode coser, no interior do lado esquerdo da sua Capa e de baixo para cima, da direita para a esquerda emblemas que de alguma maneira tenham algo a ver com a sua origem, a cidade de Leiria, a Instituição em que estuda e consigo mesmo, sendo estes, emblemas que estejam intimamente ligados à sua vida Académica.

Os emblemas, devem ser cosidos com linha preta, com ponto, de forma, a que a linha não seja visível, devendo ter a distância de um palmo entre o bordo de baixo da Capa e a distância de dois dedos entre os emblemas e em relação ao bordo vertical da Capa.

O número total de emblemas tem de ser em número ímpar e cada coluna será constituída por um total de sete emblemas.

Caso o estudante entenda que quer a sua Capa negra, poderá mantê-la sem emblemas.

Emblemas Obrigatórios:
1) União Europeia;
2) País de Origem (caso tenha nascido fora de Portugal);
3) País onde Reside (Portugal);
4) Cidade de Origem ou de Naturalidade;
5) Cidade onde Reside;
6) Cidade onde Estuda (Leiria);
7) Instituição/Escola onde Estuda;
8) Curso que Frequenta.

 

Instituto Politécnico de Viana do Castelo

Emblemas de uso obrigatório na Capa: o emblema com o Brasão da Localidade onde se encontra a Academia; Emblema do Instituto Politécnico de Viana do Castelo; Emblema Nacional; Emblema com o Brasão da Cidade Natal; Emblema do Quinto Imperio (emblema com as armas da localidade de estudo e o emblema chamado de Quinto Império); Emblema onde estudou anteriormente no caso dos Honoris-Causa, Emblema do Curso; Emblema da respetiva Escola Superior; Emblema Dura Praxis Sed Praxi

No caso de preencher na totalidade a face obrigatória, pode no lado simétrico continuar o preenchimento da mesma sem ter de obrigatoriamente coser novamente os emblemas obrigatórios.

O número total de emblemas da capa terá obrigatoriamente de ser ímpar, sendo que a sua colocação deverá ser feita linearmente da esquerda para a direita de frente para a capa, não podendo existir espaços vazios entre os emblemas. Não está permitido o uso de outros adornos que não os emblemas na capa.

como coser emblemas na capa academica
Legenda:

(1) Emblema Nacional
(2) Emblema do Instituto Politécnico de Viana do Castelo
(3) Emblema com o Brasão da Cidade Natal
(4) Emblema com o Brasão da localidade onde se encontra a Escola Superior
(5) Emblema do Quinto Império
(6) Emblema com o Brasão da localidade onde estudou anteriormente (para o uso
dos Honoris-Causa)
(7) Emblema da Instituição onde estudou (para uso dos Honoris-Causa); Emblema
do curso que frequenta
(8) Emblema da respetiva Escola Superior
(9) Emblema de Curso onde estudou (para o uso dos Honoris-Causa)

 

Instituto Politécnico do Cávado e do Ave (IPCA Barcelos)

Permitido o uso de emblemas na capa, no lado esquerdo, que serão:

a) Emblemas fundamentais

  • Primeira linha: País natal, UE, Portugal (caso não seja o país natal) e IPCA;
  • As insígnias pessoais deverão ser colocadas em baixo do emblema do IPCA
  • Segunda linha: cidade onde estuda (Barcelos), curso que frequenta e cidade de origem (caso a cidade de origem seja Barcelos, poderá ser substituído por um emblema representativo da freguesia, localidade ou região do Minho).
  • Os alunos provenientes do estrangeiro que optarem aplicar quatro emblemas na primeira linha, deverão alinhá-los de forma a estarem justificados com as linhas de baixo;

b) Os restantes emblemas a colocar na 3o linha deverão ser relacionados com os actos decorrentes da vida académica, recordações e eventos académicos;

c) Outros quaisquer emblemas não previstos na alínea anterior estão sujeitos a uma autorização prévia por parte do órgão máximo da PRAXE,que deverá ser requerida com os motivos devidamente justificados; estão expressamente proibidos emblemas de partidos, comerciais não académicas ou associações anti-sociais.

 

Instituto Politécnico de Santarém

Quando se opta pela colocação de insígnias, estas devem ser colocadas: com a capa aos ombros, do lado esquerdo da face interior da capa, sendo a primeira fila colocada a dois palmos do colarinho da capa e a segunda fila e restantes com alguma distância da fila anterior, segundo a seguinte disposição (do exterior para o interior da capa):

  • Primeira fila: Comunidade Europeia, Portugal, Cidade onde nasceu e Cidade onde mora (caso as ultimas duas sejas coincidentes pode optar-se pela colocação de apenas uma, devendo deixar-se o outro espaço livre);
  • Segunda fila: Cidade onde estuda; Instituto Politécnico de Santarém; Escola que frequenta e Curso que frequenta;
  • Canto inferior esquerdo da capa: é obrigatório a colocação das insígnias referentes ao número de matrículas devendo as mesmas encontrar-se atualizadas.

As insígnias têm de ser em número ímpar;

Uma vez preenchidas as quatro colunas até às insígnias das matrículas, pode ser acrescentada uma nova coluna a partir da primeira fila das insígnias opcionais, no sentido descendente, e assim sucessivamente até o meio da capa.

Escola Superior de Tecnologia de Setúbal

Os símbolos ilustrados por quadrados no esquema acima, demonstram a correcta colocação dos emblemas obrigatórios na capa. O rectângulo a cinzento, representa o espaço disponível para colocação de mais emblemas, caso o estudante assim o decida. Na colocação de mais emblemas para além dos obrigatórios, a soma de todos os emblemas colocados na capa, deverá obrigatoriamente ser ímpar.

Da esquerda para a direita e de cima para baixo:

  • Emblema de Setúbal;
  • Emblema do País de nascença do Estudante;
  • Emblema do Instituto Politécnico de Setúbal;
  • Emblema da Associação de Estudantes da EST – Setúbal;
  • Emblema da Cidade onde o Estudante nasceu;
  • Emblema da Escola Superior de Tecnologia de Setúbal;
  • Emblema da ESTuna;
  • Emblema da Cidade onde o Estudante reside;
  • Emblema do Curso que o Estudante frequenta;
  • Emblema da Tunesta;
  • Emblema da Junta de Freguesia de São Sebastião;
  • Grelos ( Para contagem de soma ímpar dos emblemas, os grelos nao contam. ).

O uso dos grelos é feito da seguinte maneira por ordem descendente:

- Grelo vermelho, representativo do IPS, grelo azul, representativo da ESTS, Grelo da côr do Curso vezes o no de matrículas. Poderá também ser colocado um grelo preto, se o estudante fizer ou tiver feito parte de uma tuna, ou um grelo de cor branca se o estudante fizer ou tiver feito parte da Associação de Estudantes.

Os emblemas deverão ser cosidos à mão, pelo estudante, na parte de dentro da capa. Durante a colocação dos emblemas na capa, a capa nunca poderá ser atravessada pela agulha ou por outro qualquer tipo de objecto metálico.

Caso o estudante não tenha na capa um, mais de um, ou nenhum dos emblemas designados como obrigatórios, os restantes nunca poderão estar à vista.

Caso o Estudante já tenha, na capa, grelos com a cor do curso pré-Bolonha, este poderá manter, e adicionar, os grelos dessa mesma cor.

Caso o Estudante já possua os emblemas designados como obrigatórios na capa, aquando da aprovação deste Código de Praxe, a colocação dos emblemas rege-se pelo esquema presente, à excepção do emblema da TunESTa e da Junta de São Sebastião que não são colocados na capa. Os grelos ocuparão o lugar do emblema da TunESTa.

 

Universidade da Madeira

A capa pode ter dísticos (emblemas), que deverão ser colocados no avesso da mesma, na parte esquerda, para que não se notem os pontos do lado de fora, nem os próprios emblemas quando a capa estiver traçada ou sobre os ombros.

O número de dísticos tem que ser ímpar na vertical (em número de filas, num máximo de 5), na horizontal (ao longo da mesma fila) e em número total. Aconselha-se o uso dos dísticos de Portugal, da Região Autónoma da Madeira e da Universidade da Madeira. Podem, ainda, ser colocados outros dísticos.

 

Universidade de Viseu/Lamego

Os símbolos da capa deverão ser cosidos na parte interior esquerda, não podendo as suas costuras ser visíveis da parte de fora, e deixando um espaço abaixo deles de um palmo.

Não são permitidos símbolos alusivos a marcas ou a casas comerciais assim como não são permitidos símbolos metálicos, excepto os pertencentes a unidades militares.

O número de emblemas a usar na capa terá que ser zero ou em número ímpar.

 

Real Academia da Guarda

Símbolos permitidos na capa académica

  • Portugal;
  • Instituto Politécnico da Guarda;
  • Associação Académica da Guarda;
  • União Europeia;
  • País Natal;
  • Cidade Natal;
  • Cidade da Guarda;
  • Cidade(s) onde estudou anteriormente;
  • Locais onde o aluno esteve em representação do IPG, em actividades desportivas e culturais;
  • Locais onde o aluno esteve, trajado, em actividades académicas e/ou em representação da Academia;
  • Uma ou duas pequenas colheres de pau (cruzadas com ou sem fitas).

É DETERMINADAMENTE PROIBIDO o uso de emblemas desportivos, políticos, religiosos, de marcas, clubes e associações não Académicas. NÃO É PERMITIDO o uso de adornos, enfeites, bem como insígnias oferecidas por amigos ou familiares e que consequente, não tenha qualquer significado académico, não estando portanto, em consonância com os elementos anteriores. É EXPRESSAMENTE proibido o uso de “pins”.


Esperamos que este artigo sobre Como coser emblemas na capa académica tenha sido útil! Não te esqueças de ler os vários artigos que temos sobre Capa Académica!

  1. Carlos José diz:

    Caros Colegas, Boa Tarde

    Com o intuito de termos uma melhor informação global acerca deste assunto, gostaria de aqui deixar a minha anotação sobre a falta de referencias sobre a Universidade Aberta - UAB. Caso queiram atualizar algumas informações basta contactar a AAUAB.
    Grato pela atenção dispensada.
    Saudações Académicas,

    Carlos José
    Aluno da UAB.

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